Criação do primeiro Corredor Ecológico da região metropolitana da capital, que vai abranger Mata da Baleia, Serra do Curral e Serra do Rola Moça.

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Fonte: G1. Disponível em: http://g1.globo.com/minas-gerais/mgtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/protocolo-de-intencoes-para-criacao-do-1-corredor-ecologico-da-grande-bh-e-assinado/4646301/ Acessado em 04 de dezembro de 2015.

 

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Corredor ecológico ou corredor de biodiversidade são áreas que unem os fragmentos florestais ou unidades de conservação separados por interferência humana, como por exemplo, estradas, agricultura, atividade madeireira.

O objetivo do corredor ecológico é permitir o livre deslocamento de animais, a dispersão de sementes e o aumento da cobertura vegetal. Ele reduz os efeitos da fragmentação dos ecossistemas ao promover a ligação entre diferentes áreas e permitir o fluxo gênico entre as espécies da fauna e flora. Esse trânsito permite a recolonização de áreas degradadas, em um movimento que de uma só vez concilia a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento ambiental na região.

O conceito surgiu durante os anos 90, em meio à debates na comunidade científica. Ele foi considerado como uma das principais estratégias a utilizar na conservação da biodiversidade. No Brasil, o conceito foi incorporado à legislação em 1993 pelo decreto Decreto nº 750, já revogado, que dispunha sobre “o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica”. Ali havia a proibição de “exploração de vegetação que tenha a função de (…) formar corredores entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio avançado e médio de regeneração”.

Hoje, a matéria está disposta na lei do SNUC.

Fonte: O Eco. http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28538-o-que-sao-corredores-ecologicos/ Acessado em 04 de dezembro de 2015.

 

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