A Samarco, empresa que opera o complexo de barragens na região, e suas acionistas, a brasileira Vale e a anglo-australiana BHP Billiton, têm anunciado medidas de emergência para atender as populações locais e tentar reparar os já inúmeros danos ao meio ambiente.

No entanto, faltam esclarecimentos sobre como avançam as investigações que vão determinar as razões do desastre. Entre as 48 notas publicadas pela mineradora Samarco em sua página oficial, apenas 2 mencionam “investigações e estudos” sobre as causas do rompimento da barragem de Fundão.

Em uma coletiva de imprensa na última terça-feira, o diretor de operações e infraestrutura da mineradora, Kleber Terra, disse que a empresa iniciou as investigações “imediatamente” e contratou “especialistas do mundo inteiro, dos mais renomados” para um trabalho que “leva meses”.

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Fonte: R7. Disponível em: <http://noticias.r7.com/minas-gerais/como-estao-as-investigacoes-do-desastre-de-mariana-19112015>.  Acessado em 19 de novembro de 2015.

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