Após três anos da instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10), muitos municípios goianos ainda suportam o problema da destinação dos resíduos sólidos urbanos, perpetuando os indesejados “aterros controlados” em detrimento da obrigatoriedade de constituírem corretamente seus “aterros sanitários”, denominações dadas pela lei. Essa problemática tem repercussão nacional, pois, de acordo com a pesquisa de saneamento básico do IBGE, até o ano 2013 apenas 27% das cidades brasileiras tinham aterros sanitários.

Em sua maioria opera o denominado “aterro controlado”, compreendendo a disposição dos resíduos em trincheiras onde são cobertos por uma camada de terra. Preocupação maior paira sobre a contaminação de lençol freático, recursos hídricos diversos, solo e até mesmo o ar, já que a decomposição da matéria contribui para emissão dos chamados gases de efeito estufa como dióxido de carbono e metano, apontados pela Organização das Nações Unidas como principais responsáveis pelo aquecimento global.

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Fonte: Diario da manha. Disponível em: <http://www.dm.com.br/opiniao/2015/07/aterros-sanitarios-o-dilema-dos-municipios-goianos-endividados-impedidos-de-acesso-ao-fundo-estadual-do-meio-ambiente.html> Acessado em 27 de julho de 2015.

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